BIOGRAFIA REINALDO


04/08/2005


... Um bom menino chamado Jorge...

(uma história verdadeira)

AUTOR: Reinaldo Barros Torres

ACADEMIA DE LETRAS DO VALE DO LONGÁ

academiadolonga@bol.combr

Jorge era um menino muito amado, criado por sua mãe, sua avó materna e seus tios, numa casa grande e bonita onde sempre reinou a harmonia e o bem-estar.

Aos 13 anos conheceu na escola um grupo de colegas que procurou incentivá-lo a costumes muito diferenciados dos que ele aprendera dentro de casa e na convivência com os "amigos verdadeiros"...

Empolgado com esse "novo mundo" encontrado, ele passou a gasear aula para ficar perambulando pelas ruas e praças, a freqüentar barzinhos e locais outros onde a maioria das pessoas eram viciadas em alguma coisa...

Aos 14 anos, Jorge experimentou loló pela primeira vez, depois experimentou maconha... foi "um barato total"... uma lombra "muito doida"... Os colegas festejaram... e Jorge achou "a viagem" o máximo!

... Muitas outras "lombras" passaram a fazer parte do dia-a-dia de Jorge. Seu comportamento passou a mudar radicalmente... de um menino educado, respeitador, responsável, querido por todos, ele passou a ser enjeitado por seu círculo de amizade "das antigas"... passou a andar sujo, sem noção do tempo e distanciou-se das pessoas que mais o amavam...

... Sua mãe estava sofrendo muito... e ele passou a dizer que não a amava, embora dentro do seu coração existisse uma forte paixão por ela... Jorge estava dominado pelo vício... para ele tudo na vida só tinha graça se houvesse algum entorpecente pelo meio... tudo que era "normal" entre as pessoas, para ele era "careta"...

... E Jorge passou a ser escravo do vício... não mais comia normalmente, estava relaxado para com a vida...

.... De repente o tempo passou e Jorge já estava com 18 anos! Seus amigos "das antigas" já estavam todos fazendo cursos na universidade e alguns até empregados... namorando meninas bonitas, de bons costumes e de boas famílias. Dois dos amigos "das antigas" ganharam até um carro de presente dos pais ao passarem no vestibular!

... E Jorge havia abandonado os estudos... estava cada vez mais viciado e já usando vários outros tipos de drogas. Dois dos colegas com quem começou a fumar maconha transformaram-se em traficantes e foram mortos em confrontos com a polícia, duas meninas que perderam a virgindade com apenas 15 anos e também eram viciadas e faziam parte da turma, foram colocadas prá fora de casa pelos pais e passaram a morar num prostíbulo, onde vendem o corpo para manter o vício... um dos colegas deixou de usar drogas aos 16 anos, voltou a estudar e está trabalhando visando reconquistar o tempo perdido... outro colega os pais haviam internado numa clínica para desintoxicação, onde passou 9 meses, mas saiu curado e agora também estuda e voltou a ser o xodó de sua família, sendo tratado com muito amor e carinho...

... E Jorge?

Jorge andava vagando pelas ruas... perdido no tempo... agora sem amigos, sem carinho, sem auto-estima, sem cidadania...

... Num certo dia, Jorge foi encontrado morto numa das praças de sua cidade, Teresina-PI, após uma overdose...

... Tudo porque achou que o vício era o melhor caminho... que sua mãe, sua avó, seus tios e os "amigos das antigas" eram "caretas"... Tudo porque não procurou ouvir a experiência dos mais velhos...

Para a mãezinha de Jorge, que tanto o amou e que tanto lutou por ele, só resta agora, chorar abraçada com suas roupas, seus CD's... afinal ele era seu único filho!

Escrito por REINALDO BARROS às 10h02
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ACADEMIA DE LETRAS DO VALE DO LONGÁ

academiadolonga@bol.com.br

DISCURSO ERUDITO SEM O EMPREGO DA LETRA "A"

Discurso pronunciado pelo Dr. Antônio Araújo Gomes de Sá, em 1918, ao ser admitido como sócio do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia. A originalidade do discurso abaixo, é que nas 1.300 palavras do texto para agradecer a indicação do seu nome para presidir aquele Instituto, o autor NÃO USOU UMA ÚNICA VEZ A LETRA "A".

 

"Meus ilustres e digníssimos consórcios, meus senhores.

Por mim, humilde membro que vou ser deste Instituto, eu vos direi sem orgulho em que me oculto: errou no que pretende, perdeu no que colime esse que de mim, muito esperou em prol desse Grêmio que; sem o meu débil concurso, vive com brilho e vence com fulgor.

Sim!

Porque eu nesse momento vos dirijo um verbo simples e despretensioso, cumprindo somente o desejo de exprimir o sentimento de júbilo que me possui por ter sido colhido vosso doce e utilíssimo convívio no meu viver, quer como homem público, quer como eficiente de um tempo ido, sem dons que me nobilitem, sem luzes que me guiem no presente e rumo do futuro, nem pouco, em muito pouco mesmo, posso proteger o curso luminoso deste conjunto, por isso que, nem de leve, fulgem em mim resquícios de primor.

Fizestes, escolhendo-me vosso consórcio o que só costumo ver nos espíritos superiores e que por isso mesmo, surtem seus vôos por sobre míseros preconceitos.

Eis o motivo por que me deixei prender nos elos do vosso gentil convite, e devo dizer-vos, sincero, que fui, quem sou e quem serei, vencendo o pórtico luminoso desse templo repleto de fulgores.

Quem fui? O débil rebento de um tronco bom e, sobretudo honesto em cujo viver de espíritos eleitos só virtudes vi florirem e vício nem de longe pretenderem prender.

Eduquei-me sob o influxo do bem e tive por complemento dos meus modestos e humildes genitores um excelente mestre conhecido de vós, que tem sido entre nós erguido em mil louvores, que nem lhe podem dizer o seu merecimento entre os velhos, entre os moços e entre os que recebem no presente o brilho do seu espírito seleto, fulgindo como um sol que incide nos pequenos cérebros, sequiosos de luz.

Do colégio, de que conservo vivo o exemplo do bom e do honesto, fui vencer o tirocínio superior, onde, por muito feliz, docentes e condiscípulos conservei desde o início ouvindo Felinto Leovigildo e Guerreiro, um nome sem deslizes, que desgostos me trouxessem no meio de muitos estudiosos como eu.

Depois de colhido o louro de um torneio vencido, penetrei o mundo de ilusões, supondo, ingênuo que fui, fruir o meu num eterno sorrir.

Dentro de pouco, porém, vi que o sorriso nos moços nem sempre é o prenúncio de um futuro venturoso, e, sim, um como prólogo ou início de um sofrer contínuo, de um existir repleto de decepções e desgostos, sem fim.

Sem que suporte dores no recesso do meu peito ferido, eu vos direi: fúnebre dobre de sinos, ouvido por mim, filho extremoso, pelo espírito desse que me deu o ser e que foi rumo do céu, morrendo como justo, entre outros golpes bem fundos, foi o primeiro que me fez sentir os negrores deste mundo em que vivermos.

Sofri e sofri muito com o ter perdido o meu excelente e nobre genitor.

Superior, porém, eu fui vencendo os óbices do sentimento, tendo como felizmente tenho, consorte e filhos, meus enlevos que me impelem, cheio de fé e de vigor, no trilho em que me vou conduzindo neste orbe, rico de dores, e pobre, muito pobre mesmo, de momentos bons e felizes como este.

Isto é o que fui.

Um pequenino servo de Têmis que fez do direito em si o ponto em que reside o imenso bem dos homens, e que Deus quis fosse tido por nós como virtude, e que dele mesmo nos veio por intermédio do conhecimento que todos nós devemos ter dos direitos e deveres próprios, bem como dos de outrem.

Eu vos disse de princípio que tínheis feito de mim um juízo imerecido, escolhendo-me vosso consórcio.

Disse e repito.

Como o serdes gentis, ergueste-me de um homem simples que sempre fui, nos estos de um outro indivíduo, desejoso de ter nome e ter estudos que o elevem, que o dignifiquem, por meio dos conhecimentos científicos, vendo, ouvindo, lendo, como se do cérebro sem luz seguisse sem temores, no intuito de vencer.

Eis o que sou.

Quem serei?

Se fui um zero, como vos disse hoje, sou número dentre vós, que no futuro hei de escrever com imenso orgulho todo meu, por me sentir no vosso doce e superior convívio.

Flui do meu ser um júbilo incontido, por me ver nesse recinto, todo belo, todo proveito, como se neste templo se celebre sob os meus olhos o novo surgir de um sol no meu espírito sequioso de lume que me excite o empenho de viver no centro puro em que viveis.

Tudo eu terei recebendo do vosso ensino o que deixei de ter em outros tempos, quer porque os desleixos me tolhessem, quer por inconsciente ou cego que estivesse.

Eu venho beber convosco em fonte cujo espelho reflete os melhores dons contidos neste sólido mesmo berço de RUY, o vinho científico que me inebrie o intelecto, sorvendo-o em copos de ouro.

Eu venho com os olhos fitos neste horizonte cheio de luz.

E vendo os seus primores, sentindo-lhe os nobres efeitos, noto, por isso mesmo, tudo, menos eu, concorre com o seu brilho em benefício deste Grêmio, cujos pórticos, neste momento, penetro como sócio.

Sinto-me um homem diferente, sinto-me muito bem, como se de mim fosse um outro eu e o próprio ressurgisse, revivesse sob o influxo poderoso dos vossos fecundos empreendimentos.

O meu íntimo sentir, que os vossos sentidos percebem nos breves termos do meu singelo dizer, é tudo o que de sincero reside nos refolhos do meu peito repleto desse mesmo vigor e nobre volições com que tendes erguido o Instituto Histórico, que de mim pode ter somente fogosos e efusivos elogios.

Tendes nisso o meu futuro proceder.

Dizem que tudo pode, quem quer.

Todo homem consegue o que pretende desse mundo, persistindo firme no desejo mormente de possuir os requisitos de intelecto, se bem que nobres como os meus.

Neste meu discurso, produto exclusivo de um esforço ingente que despendi como nocivo que sou do vosso culto, vede somente o designo que nutri de exprimir os meus sentimentos sem o emprego de um símbolo de todo preciso no modo de dizer ou de escrever o que os nossos espíritos concebem e podem produzir.

Quis, tentei, e consegui que me ouvísseis por minutos signo com que dissesse o primeiro com que se expõe os estilos.

Revele-se-me o inepto intento.

Perdoe-se-me o estulto propósito.

No intuito que tive e bem vedes que cumpri.

Louve.

 

 

Escrito por REINALDO BARROS às 10h00
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ACADEMIA DE LETRAS DO VALE DO LONGÁ - ALVAL

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Texto para Reflexão

 

"AS COISAS NEM SEMPRE SÃO O QUE PARECEM SER"

 

Dois anjos viajantes pararam, para passar a noite na casa de uma família rica. A família rude, se recusou a deixá-los no quarto de hóspedes de sua casa. Em vez disso, foram mandados a dormir num pequeno e frio espaço no porão.

Quando estavam fazendo suas camas no chão duro, o anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou com cimento. Quando o anjo mais novo viu, perguntou o porque disso... o mais velho lhe respondeu: "As coisas nem sempre são o que parecem ser".

Na noite seguinte, os anjos foram à casa de umas pessoas muito pobres, mas muito hospitaleiras... um fazendeiro e sua esposa. Depois de dividir o pouco de comida que tinha, o fazendeiro e sua esposa acomodaram-nos em sua própria cama, onde poderiam ter uma boa noite de descanso.

Quando o sol ascendeu na manhã, os anjos viram o fazendeiro e sua esposa em lágrimas. Sua vaca, cujo leite era sua única fonte de renda estava morta no campo. O anjo mais novo ficou furioso e perguntou: Como você pode deixar isto acontecer?... O primeiro homem tinha tudo e você o ajudou, e esta família tem pouco, mas está disposta a dividir tudo... e você deixou sua vaca morrer! O anjo mais velho lhe respondeu: "As coisas nem sempre são o que parecem ser". E continuou: "Quando ficamos no porão daquela mansão, vi que havia ouro guardado naquele buraco na parede. E, já que o dono da casa era totalmente obcecado por dinheiro e incapaz de dividir sua fortuna, tampei o buraco para que ele não achasse o ouro. Então, na noite passada, quando, estava dormindo na cama do fazendeiro, o anjo da morte veio por sua esposa. Eu, então lhe dei a vaca ao invés da sua esposa.

As coisas nem sempre são o que parecem ser... algumas vezes isto é exatamente o que acontece quando as coisas não se concretizam do jeito que deveriam... Se você tiver fé, você só precisa acreditar, que, tudo que acontece é a seu favor. Você provavelmente não vai notar, até algum tempo depois...

Algumas pessoas aparecem em nossas vidas e logo partem... Algumas tornam-se amigas e ficam um pouco mais, deixando lindas pegadas em nossos corações...

Ontem foi história.

Amanhã será mistério.

Hoje é um presente!!!

Por isso é chamado de "presente"...

Leve consigo esse anjo da história e o mantenha dentro de si. Ele é seu anjo da guarda, enviado para cuidar de você. Ele é um anjo muito especial... E às vezes, nosso anjo da guarda nos aparece em forma de um amigo bem próximo... e nem percebemos isso...

Escrito por REINALDO BARROS às 09h59
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11/07/2005


 

Texto para Reflexão

 

     Paulo era um garoto que nasceu com uma doença que não tinha cura.

     Tinha 17 anos e podia morrer a qualquer momento!

     Sempre viveu na casa de seus pais, sob o cuidado de sua mãe.

     Um dia, decidiu sair sozinho e, com a permissão da mãe, caminhou por seu quarteirão olhando as vitrines das lojas  e as pessoas que passavam.

     Ao passar por uma loja de discos, notou a presença de uma garota mais ou menos de sua idade, que parecia ser feita de ternura e beleza.

     Foi amor à primeira vista.

     Abriu a porta e entrou, sem olhar para mais nada que não a sua amada.

     Aproximando-se timidamente, chegou ao balcão onde ela estava.

     Quando o viu, ela deu um sorriso e perguntou se podia ajudá-lo em alguma coisa.

     Era o sorriso mais lindo que já tinha visto, e a emoção foi tão forte que ele mal conseguiu dizer que queria comprar um CD.

     Pegou o primeiro CD que encontrou, sem nem olhar de que cantor era, e disse: “”Este aqui”!

     “Quer que eu embrulhe para presente? Perguntou a garota sorrindo ainda mais e ele só mexeu com a cabeça para dizer que sim.

     Ela saiu do balcão e voltou, pouco depois, com o CD bem embrulhado.

     Ele pegou o pacote e saiu, louco de vontade de ficar ali admirando aquela figura divina.

     Daquele dia em diante, todas as tardes ele voltava à loja de discos e comprava um CD qualquer.

     Todas as vezes a garota deixava o balcão e voltava com um embrulho cada vez mais bem feito, que ele guardava no guarda-roupas, sem abrir.

     Ele estava apaixonado, mas tinha medo da reação dela ao declará-la seu amor. E assim, por mais que ela sempre o recebesse com um sorriso doce, não tinha coragem para convidá-la para sair e conversar.

Escrito por REINALDO BARROS às 10h27
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     Comentou sobre isso com sua mãe e ela o incentivou, muito, a chamá-la para sair.

     Um dia ele se encheu de coragem e foi para a loja. Como todos os dias comprou outro CD e, como sempre, ela foi embrulhá-lo.

     Quando ela não estava vendo, escondeu um papel com seu nome e telefone no balcão e saiu da loja correndo.

     No do dia seguinte o telefone tocou e a mãe do jovem atendeu.

     Era a garota perguntando por ele.

     A mãe, desconsolada, nem perguntou quem era, começou a chorar e disse: “Então você não soube? Ele faleceu nesta manhã!”.

     Um dia depois, a mãe entrou no quarto do filho para olhar suas roupas e ficou muito surpresa com a quantidades de CDs, todos embrulhados.

     Ficou curiosa e resolveu abrir um deles. Ao fazê-lo, viu cair um pedaço de papel, onde estava escrito: “Você é muito simpático. Não quer me convidar para sair? Eu adoraria”.

     Emocionada, a mãe abriu outro CD e dele também caiu um papel que dizia o mesmo, e assim, todos quantos ela abriu traziam uma mensagem de carinho e esperança de conhecer aquele rapaz.

     Assim é a Vida, não espere demais para tomar decisões que podem mudar sua vida, para melhor!

     Essa mensagem foi escrita para fazer as pessoas refletirem e assim, pouco a pouco, irem mudando o mundo para melhor...

    

     ... SEJA FELIZ.

 

(Reinaldo Barros Torres, Academia de Letras do Vale do Longá)

Escrito por REINALDO BARROS às 10h27
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Uma História de Amor

 

 

 

        Era uma vez uma ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: alegria, tristeza, vaidade, sabedoria, amor, dentre outros...

        Um dia avisaram para os moradores dessa ilha que ela ia ser inundada. Apavorado, o AMOR cuidou para que todos se salvassem; ele então falou:

- Fujam todos, a ilha vai ser inundada!

       Todos correram e pegaram seu barquinho, para irem a um morro bem alto. Só o AMOR não se apressou, pois queria ficar um pouco mais com a sua ilha. Quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda. Estava passando a RIQUEZA e ele disse:

-         Riqueza leve-me com você!

Ela respondeu:

-         Não posso, meu barco está cheio de ouro e prata e você não cabe.

       Passou então a VAIDADE e ele pediu: Oh! Vaidade, leva-me com você...

-         Não posso, vai sujar meu barco.

Logo atrás vinha a TRISTEZA.

-         Tristeza, posso ir com você?

-         Ah! AMOR, estou tão triste que prefiro ir sozinha.

       Passou a ALEGRIA, mas estava tão alegre que nem ouviu o AMOR chamar por ela.

Escrito por REINALDO BARROS às 10h11
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     Já desesperado, achando que ia ficar só, o AMOR começou a chorar. Então passou um barquinho, onde estava um velhinho e ele então falou:

-         Sobe, AMOR, que eu te levo.

        O AMOR ficou radiante de felicidade que até esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando ao morro onde estavam os sentimentos, ele perguntou à SABEDORIA:

-         SABEDORIA, quem era o velhinho que me trouxe aqui?

       Ela respondeu:

-         O TEMPO.

-         O tempo?

Mas, por que o Tempo me trouxe aqui?

- Porque só o TEMPO é capaz de entender um grande  AMOR!

Escrito por REINALDO BARROS às 10h10
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mensagem aos pais e filhos

 

      Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola.

      Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais, que, como bons cristãos, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.

      Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente!

      Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho! Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar na escola e fora dela, só acompanhando-se de pessoas de bons costumes morais e sociais. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!

      O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços.

      Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina!

      Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para a festa de comemoração.

      O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o prometido carro.

      Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa embrulhada com papel de presente.

      Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa o que continha nele era uma Bíblia! O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse...

      A partir daquele dia, o silêncio e a distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego num bom hospital e se esqueceu  completamente do pai.

      Todas as tentativas do pai para reatar os laços de afeto com o filho foram em vão. Até um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu. Orgulhoso como sempre foi, nunca contou ao filho o que havia colocado dentro da Bíblia.

      No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou  uma carta e um cheque.

Escrito por REINALDO BARROS às 10h06
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      A carta dizia:

      "Meu amado filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: a Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer de recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".

      Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto!

      Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um "cheque escondido" em todas as adversidades da vida.

 

Lembrete: Você já abraçou alguma pessoa querida hoje? Não perca tempo!

Escrito por REINALDO BARROS às 10h06
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VIGIE SEUS PENSAMENTOS, PORQUE ELES SE TORNARÃO  SUAS PALAVRAS; VIGIE SUAS PALAVRAS, PORQUE ELAS SE TORNARÃO SEUS ATOS; VIGIE SEUS ATOS, PORQUE ELES SE TORNARÃO SEUS HÁBITOS; VIGIE SEUS HÁBITOS, PORQUE ELES SE TORNARÃO SEU CARÁTER; VIGIE SEU CARÁTER, PORQUE ELE SERÁ O SEU DESTINO.

Escrito por REINALDO BARROS às 10h02
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08/07/2005


Biografia

Biografia de REINALDO BARROS TORRES

 

  

 

          REINALDO BARROS TORRES, nasceu na cidade de Barras, Estado do Piauí. Escritor, Poeta, Cronista, Contista. Titular da Cadeira 12 da Academia de Letras do Vale do Longá – ALVAL.

          É o único membro no Brasil do “Conselho Internacional para o Bem-Estar da Humanidade na América Latina – CIBEHAL” – órgão de assessoramento sócio-político à Secretaria-Geral das Organizações das Nações Unidas – ONU, com sede em Puebla, no México. Membro da União Brasileira de Escritores – UBE-PI.

          Autor de “Madrigais” (1997) – Primeira Edição, e em 1999 – Segunda Edição; dos livros inéditos “A Família Barros da Cidade de Barras” e “Marathaoan, um Rio que corre em minhas veias”. Autor também de três peças teatrais: “Amor Fatal” (1979) – escrita em parceria com Osmália Pereira Lira e Antônio Carlos Ananias Costa, “Faces Paralelas” (1980) e “Mundo Avesso” (1980). Participou com o poema “Rosa” da Coletânea dos Poetas Brasileiros (1984) – Edição da Shogun Arte – Rio Grande do Sul; Primeiro Lugar no Estado do Piauí na “Maratona Literária sobre a Proclamação da República” - (1983) e Segundo Lugar no Estado do Piauí na “Maratona Literária sobre a Vida e Obra de Olavo Bilac” – (1984), ambas organizadas pela Secretaria de Estado da Educação. Tem mais de 500 poemas inéditos. Prefaciou vários livros de autores piauienses. Tem curso de Teatro e Dicção pelas “Escolas Associadas do Ceará” (1979) e curso de extensão em Química, pela Universidade Federal do Piauí.

          Verbete do “Dicionário Biográfico dos Escritores Piauienses de Todos os Tempos” (1995), de Adrião Neto; “Grande Dicionário Histórico-Biográfico Piauiense”  (1997), de Wilson Carvalho Gonçalves; “Visão Histórica da Literatura Piauiense” – Tomo III  – (1998), de Herculano Moraes, e “Dicionário Biobibliográfico de Escritores Brasileiros Contemporâneos” (1998), de Adrião Neto.

          Atuações: Diretor Literário do Movimento Jovem Tulipa (Belém-PA) – 1981. Ator, Diretor do “Grupo Teatral Bons Amigos (Barras-PI) – (1975/1980). Assessor de Comunicação da Companhia Energética do Piauí – CEPISA. Articulista do Jornal O DIA (Teresina-PI). Articulista do Jornal Diário do Povo (Teresina-PI). Secretário-Geral da Cruz Vermelha do Estado do Pará. Presidente do Grêmio Estudantil do Colégio Salesiano Nossa Senhora do Carmo (Belém-PA). Assessor de Imprensa do Partido Social Cristão – PSC no Estado do Piauí. Presidente da Executiva Municipal do Partido Social Cristão – PSC, em Barras.  Assessor Especial da Prefeitura Municipal de Barras em Teresina (1993-1994) administração José Ribamar Pereira. Diretor de Eventos Culturais da Academia de Letras do Vale do Longá. Secretário-geral da Academia de Letras do Vale do Longá. Agente de Ordem do Centro Colegial dos Estudantes Piauienses – CCEP. Segundo Secretário da União Brasileira de Escritores – UBE-PI. Secretário da Assessoria Jurídica da Companhia Energética do Piauí – CEPISA. Secretário-geral da Consultoria Jurídica da Presidência da Companhia Energética do Piauí – CEPISA. Redator da coluna política “Colunão RBT” e da coluna alternativa “Sinal Aberto”, do Jornal “Correio do Norte” (1992), de Barras-PI. Diretor Geral do Jornal “Correio do Norte” (1992), Barras-PI. Redator da coluna “Barras em Foco”, do Jornal O Dia, de Teresina-PI (1991). Redator da coluna da Academia de Letras do Vale do Longá, no Jornal O Dia, de Teresina-PI, desde Maio/2001. Apresentador do "Programa Circuito Cultural", na Rádio Vermelha FM, em Teresina-PI, desde Novembro/2002. Diretor Cultural das Associação dos Moradores e Amigos do Bairro Vermelha - AMAVER (Teresina-PI) de 2002/2006

          É filho dos barrenses José Ribeiro Torres e Maria Inês da Cunha Barros Torres. Neto pelo lado paterno de Olavo Ribeiro Torres e Zenóbia Barbosa Torres, e materno de Raimundo de Sousa Barros e Rosa da Cunha Barros. Tem quatro irmãos: Adriana Maria Barros Torres, Rogério Barros Torres, Danielle Ferreira Torres e Dayana Ferreira Torres. São seus bisavós paternos: Fernando Ribeiro Torres e Vitorina Maria da Conceição Torres, e Diolino Oliveira e Maria Barbosa de Oliveira. Trisavós paternos: Fernando Ribeiro Torres e Rosa Torres de Sampaio, e José Cândido e Cordulina Maria da Conceição. São seus bisavós maternos: Antero de Oliveira Barros e Francisca Lima de Sousa Barros, naturais de Pedro II – PI, e Ignácio Ribeiro da Cunha e Maria Rodrigues da Conceição, naturais de São Benedito – CE.

 

Escrito por REINALDO BARROS às 12h10
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